Rapidinhas !
* A minha mãe anda uma arara. Ela percebeu que a carteira de motorista dela venceu tem sete meses. S-E-T-E ! Coitada, com tanta coisa na cabeça, nem percebeu isso.
E ai que ela fez um escárceu danado. Um choramingo só e está estudando dia e noite a tal da cartilha. E o pior, em voz alta. E pior ainda, não posso ouvir música. Quer mais ? Ela quer que eu a ouça, para dar estímulo.
Ai, gente, isso é tão chato !
* Gente, estou no twitter há tempos, muito antes de virar moda. Alguém quer me seguir ? Me diz nos comentários, viu ? Garanto que lá sou mais ativa do que aqui. E creio eu que faço muita gente rir !
* Eu morro de nervoso de gente que fala alto, sabe ? E ainda por cima com quem, além de falar alto ainda fala afetado, que nem a insuportável da Ivete Sangalo. (Eu a acho i-n-s-u-p-o-r-t-á-v-e-l sim ! #prontofalei !)
Conviver com gente assim é um pé no saco, viu ? Estressa ! Dá vontade de dar maracujina !
* Eu tenho umas manias idiotas; acho que sempre tive mas sempre achei normal. Quando criança (na época da escola) eu prendia o meu cabelo com uma caneta e depois ficava maluca, perguntando pra todo mundo onde estava a bendita. Olhava o chão, o estojo e nada, acabava pegando outra.
Depois de muito tempo eu achava a caneta e ficava me perguntando o por quê da maldade dos meus colegas. É claro que devia ter alguém que via que a mesma estava no meu cabelo mas nunca me dizia por que sentia algum prazer mórbido em me ver procurar frenéticamente a caneta.
O tempo passou, eu cresci e as coisas mudaram em termos. Hoje tenho o hábito de prender os meus longos cabelos com piranhas ( tenho mais de 40, acreditem ) e ando agora com mania de usar essas bem pequenas.
O caso é que agora eu faço o inverso: eu solto o cabelo e coloco a piranha em algum lugar nada a ver, tipo, a alça da bolsa, a manga da blusa, aquela parte de dentro da bolsa que tem o porta-celular e fico depois que nem uma doida, perguntando pra quem está perto de mim se viu onde eu coloquei a bendita piranha.
E a cena da minha época de escola se repete: ninguém vê nada.
E agora a cena se repetiu. Soltei o cabelo e não sei onde a coloquei. Estou sozinha, logo, nem tenho pra quem perguntar ( e se tivesse nem faria diferença, com toda certeza ). Procuro aqui, procuro lá, e acho a bendita.
Adivinha onde eu coloquei ? No meu dedão do pé, acreditam ?